Cândido de maio investiga como a poesia slam reinventa a literatura

A edição nº 170, de maio de 2026, do Cândido explora o universo da poesia slam. Assinada por Naomi Mateus e Thaís Castro, a reportagem de capa “A potência da poesia falada” apresenta as origens das batalhas de poesia nos anos 1980, sua chegada ao Brasil, o funcionamento das competições, o cenário em Curitiba e a relação do movimento com a música e a literatura. Na retranca, Isa Honório e Naomi Mateus apresentam indicações de músicas que se relacionam à cena do slam.
Luiz Felipe Cunha entrevista Bethânia Pires Amaro, autora de “O Ninho” – vencedor do prêmio Jabuti em 2024 –, sobre o processo de escrita de seu novo livro: “Ressalga”, publicado no final de abril.
A reportagem “Entre lentes e memórias: o olhar feminino que movimenta a economia criativa do Paraná”, de Vânia de Sales, discorre sobre os eventos que apresentaram as trajetórias da cineasta Berenice Mendes e da fotógrafa Débora Ling no Museu da Imagem e do Som do Paraná (MIS-PR).
Na seção de Literatura, Flávia Péret escreve a resenha do livro “Bebê tem fascinação por lâmpadas”, de Julia Raiz. Poemas de Rafaela Nogueira, como “antes das quatro” e outros inéditos, também são parte da edição. Na coluna Orelhas Marcadas, Carlitos Marinho traz a primeira parte da história de uma segunda-feira inusitada na noite curitibana, além dos grifos do leitor.
Para fechar a edição, o Cândido publica o ensaio fotográfico “movimento primitivo pós-moderno”, com registros da cena de skate de Curitiba através das lentes dos fotógrafos Gabriel Franco “Peralta” e Mario Kreb. A capa de maio é de Iuri de Sá.
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Jornal Cândido nº 170
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