Eles emitem alerta epidemiológico no aumento nos casos da tosse Raine

ASUNCION, AGÊNCIA IP.- O Ministério da Saúde Pública informa que o caso médio da causa registrado no país é de cinco por ano. No entanto, até agora de 2025, eles já adicionam os casos confirmados da doença e os afetados, são crianças menores de 5 anos.
A Diretoria Geral de Vigilância da Saúde emitiu o alerta epidemiológico devido ao aumento incomum em casos de coca -cola ou pessoas relatadas no país, nas primeiras semanas deste ano, principalmente na faixa pediátrica.
O portfólio de saúde pede a notificação oportuna de casos suspeitos, a vacinação dos profissionais de saúde, das mulheres grávidas e a concluir o esquema de vacinação das crianças.
Nos últimos anos, de 2021 a 2024, a média de casos positivos relacionados à tosse Raine foi de cinco por ano. No entanto, até agora este ano, 7 casos confirmaram a doença e dois surtos, observando comportamento incomum, levando em consideração os históricos registrados.
A partir do sistema de vigilância, foram detectadas 15 notificações de Bordetella pertussis, como um agente causador da Caqueal, dos quais 7 deles (47 %) foram confirmados por um laboratório de referência nacional, do qual cinco correspondem a crianças menores de 1 ano, e duas entre 1 entre 1 e 4 anos de idade.
Os casos vêm de Guairá (Villarica), Presidente Hayes (Villa Hayes), San Pedro Norte (San Pedro del Ykuamandiyú), Central (ñemby), Asunción e Alto Paraná (Ciudad del Este).
Da mesma forma, foram identificados casos de co-infecções com rinovírus, SARS-CoV-2 e Moraxella catarrhalis. Dos casos confirmados, cinco hospitalização necessários; Destes, três permaneceram na unidade de terapia intensiva, da qual morreu.
Dos 7 casos registrados, 5 tinham um esquema de vacinação incompleta para a idade. Quanto aos dois surtos da doença, um deles está ativo.
Recomendações para a população
A Diretoria Geral de Vigilância da Saúde impulsiona a notificação oportuna a casos suspeitos.
Da mesma forma, para orientar a vacinação aos profissionais de saúde, priorizando o pessoal das salas de maternidade e cuidadores de recém -nascidos e menores de 1 ano, para impedir a transmissão nosocomial para bebês e pessoas imunocomprometidas.
Nesse sentido, ele ressalta que os esquemas de vacinação devem ser iniciados ou concluídos de acordo com a idade, com o hexavalente, DPT e TDPA; Além de vacinar mulheres grávidas de 20 semanas com o TDPA em cada gestação, relata o Ministério da Saúde Pública.



