MAC Paraná promove palestra com o artista visual Tom Lisboa na Quarta Pública

O Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC Paraná) promove nesta quarta-feira (15), às 14h30, a palestra “Quando o fim é um começo: a obra como processo”, com o artista visual Tom Lisboa. A atividade integra o projeto Quarta Pública, que oferece programação especial às quartas-feiras, dia em que a entrada no museu é gratuita. As vagas são limitadas e, para participar, é necessário fazer inscrição prévia por meio de formulário on-line.
Durante a palestra, Tom Lisboa apresenta um conjunto de obras que têm o processo como elemento central, deslocando o foco do resultado final para aquilo que se constrói ao longo do tempo. Serão compartilhados projetos que evidenciam esse entendimento, revelando como decisões, desvios e contingências passam a integrar o próprio trabalho. A proposta é aproximar o público de práticas que operam em estado de continuidade, nas quais o fim não se apresenta como conclusão, mas como ponto de inflexão para novos desdobramentos.
O ARTISTA – Tom Lisboa é artista visual e atua com fotografia, instalação, escultura e intervenção urbana, práticas atravessadas por uma mesma orientação, o entendimento da obra como processo em curso. Sua produção investiga situações em que o trabalho não se encerra em um resultado final, mas se desdobra ao longo do tempo, incorporando deslocamentos, interrupções e reconfigurações que fazem da própria experiência um campo de elaboração contínua.
MAC PARANÁ – Fundado em 1970, o Museu de Arte Contemporânea do Paraná possui um acervo com mais de 2 mil obras de artistas paranaenses, brasileiros e estrangeiros. A instituição conta com um Centro de Pesquisa e Documentação, com acervo especializado em arte moderna e contemporânea, além de um Setor Educativo responsável por visitas mediadas e oficinas gratuitas.
Serviço:
Quarta Pública | Palestra “Quando o fim é um começo: a obra como processo”, com Tom Lisboa
Data: 15/04 (quarta-feira), das 14h30 às 16h
Inscrições AQUI
MAC no MON – Sala 08 (Rua Marechal Hermes, 999)



