Paraguai

O governo mantém em vigor resolução de não permitir que novos Carrreras of Medicine

ASUNCION, AGÊNCIA IP.- As autoridades da área de ensino superior anunciaram na terça -feira a decisão de manter em vigor a resolução de não permitir que novas carreiras médicas no país, até que certas condições de fortalecimento institucional sejam atendidas. Atualmente, 77% dos estudantes de medicina são de nacionalidade brasileira.

O ministro da Educação, Luis Fernando Ramírez, informou que as autoridades da área, juntamente com membros da Comissão encarregados de diagnosticar a situação das carreiras de medicina no país, forneceu um relatório na terça -feira ao presidente da República, Santiago Peña, sobre o trabalho realizado no ano passado.

“Informamos o presidente sobre o processo de trabalho de um ano para tomar decisões baseadas em evidências e um processo de pesquisa”, informou o ministro.

Como uma das principais medidas adotadas, a decisão de manter a Resolução 220/2024 de não permitir novas carreiras de medicina até que alguns requisitos sejam atendidos. Essa medida deve ser formalizada com uma nova resolução do Conselho Nacional de Ensino Superior (Concon).

Entre as condições necessárias para a Reenabilable Careers, foi apontado para unificar o registro de prática clínica realizada em hospitais, incluindo o registro de campos de prática, estudantes e seus horários, tutores etc.

Da mesma forma, é proposta a criação de um registro único de professores médicos, para conhecer a qualificação deles e fortalecer o único registro do estudante de ensino superior.

Além disso, propõe -se adotar um novo sistema para a autorização de projetos de carreira médica, com uma matriz de estudo para essa autorização e uma matriz de monitoramento de carreira já implementada. Neste ponto, proposto para estabelecer a adaptação obrigatória de carreiras médicas em operação à nova matriz de qualificação do projeto.

Outro dos requisitos considerados necessários é a implementação da Lei 7324 de 2024, que estabelece a necessidade de ter um documento que certifique a competência linguística para qualquer estudante de medicina estrangeira no país.

Assim, é proposto estabelecer filtros de exames durante a corrida, como um exame de competição em 75% da corrida, avaliar as competências e adaptar aqueles que precisam de mais atenção em seu treinamento.

Como as últimas medidas, é proposto um exame de licenciamento do Ministério da Saúde Pública, a fim de obter o prontuário médico que permite a profissão e criar um Rankin de instituições nacionais com uma carreira médica, com base em padrões internacionais.

A oferta é destinada a estudantes estrangeiros

O vice -ministro do Ensino Superior e Presidente do Conselho Nacional de Ensino Superior, Federico Mora, informou que, de acordo com o trabalho realizado, atualmente estava registrado com 43 carreiras médicas no país, com 45.000 estudantes, dos quais 35.000 são de nacionalidade brasileira.

Essa orientação de carreiras para estudantes de nacionalidade brasileira é observada na concentração de faculdades médicas em departamentos de fronteira, como Alto Paraná, Amambay, Canindeyú, além de Central e Capital. “Atualmente, no primeiro curso, existem 12.000 estudantes dos quais 8.700 de nacionalidade brasileira”, disse ele.

Ele também relatou que nos últimos dez anos, 23.680 médicos no Ministério da Educação foram registrados, dos quais 13.750 são para profissionais do cidadão brasileiro.

Esses dados tornam necessário projetar uma instituição de fortalecimento da oferta educacional para projetá -los de acordo com as necessidades do sistema de saúde, indicaram as autoridades.

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